Os trabalhadores afetados por calamidades podem resgatar recursos do saldo de suas contas vinculadas por meio do saque do FGTS para alagamentos.
Todo o processo é realizado online e sem burocracia, desde que o cidadão atenda aos critérios para liberação dos valores. Saiba mais aqui no Manual da Web.
O que é e para que serve o saque do FGTS para alagamentos?
O saque do FGTS para alagamentos é uma modalidade que permite ao trabalhador retirar parte do saldo disponível após uma situação de emergência.
Neste caso, é preciso que ele resida em uma área atingida por uma calamidade pública devidamente reconhecida pelo Governo Federal.
A ideia é que esses valores ajudem financeiramente as famílias atingidas por enchentes, alagamentos e demais desastres naturais.
O dinheiro liberado pode ajudar na cobertura de despesas com compra de itens essenciais, reparos e necessidades que possam surgir neste momento.
Como citamos anteriormente, é essencial que o cidadão cumpra algumas regras e critérios para ter o saldo liberado.
Entenda como funciona o saque por calamidade
O saque do FGTS para alagamentos, também conhecido como saque-calamidade, é uma modalidade para que o trabalhador movimente sua conta em uma emergência.
Em resumo, quando ocorre um desastre natural, como enchentes, alagamentos, tempestades ou deslizamentos, o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode ser liberado.
O processo é simples: após um evento natural, o município ou estado precisa decretar calamidade pública na região.
Assim, caso o trabalhador tenha saldo nas suas contas ativas ou inativas, basta fazer o pedido pelo aplicativo FGTS.
A ferramenta é gratuita e pode ser baixada diretamente na Google Play Store (Android) ou na App Store (iOS).
O pedido online elimina a necessidade de comparecimento em uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF).
Vale destacar que, mesmo com o pedido 100% digital, é preciso apresentar a documentação para comprovar o local de residência.
O valor pode ser utilizado para despesas decorrentes do desastre, como reparos no imóvel, compra de materiais, entre outros.
Valor e forma de saque do benefício
O saque do FGTS para alagamentos tem como limite de saque o valor de R$ 6.220,00, desde que o trabalhador tenha esse saldo disponível.
A liberação depende do reconhecimento da calamidade e do fato de o município ter aprovado a modalidade.
O pedido pode ser feito diretamente pelo aplicativo do FGTS, disponível para usuários Android e iOS.
Etapas para solicitar o dinheiro do Saque Calamidade do FGTS
Se você quer ter direito ao saque do FGTS para alagamentos, basta que você siga o passo a passo abaixo:
Passo 1: faça o download do aplicativo
Siga até a Google Play Store (Android) ou a App Store (iOS) e procure pelo aplicativo FGTS. Clique no botão ‘Instalar’.

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Passo 2: faça login na conta Caixa
Para continuar, toque em ‘Entrar no aplicativo’. Informe os dados da sua conta Caixa, com o número de CPF e a senha cadastrada.

Passo 3: confirme suas informações
Na tela seguinte, responda às perguntas profissionais e pessoais solicitadas pelo aplicativo FGTS.

Passo 4: dê o aceite nos termos de uso do aplicativo
Marque a caixinha ‘Li e aceito os termos e condições’ e, depois, clique em ‘Continuar’ para aceitar o Contrato de Prestação de Serviços ao Cidadão.

Passo 5: verifique a liberação do saque-calamidade
Após o login e confirmação de dados, verifique na tela inicial se há liberação do saque do FGTS para alagamentos. Se tiver, faça o pedido de liberação e envie os documentos solicitados.

Requisitos e quem tem direito
O saque por calamidade do FGTS é um direito do trabalhador que tem saldo disponível e reside em uma área afetada por um desastre natural.
Dessa forma, um dos primeiros requisitos é ter a situação de emergência decretada pelo município ou estado.
Os eventos considerados calamidade pública são: alagamentos, chuvas intensas, deslizamentos, entre outros fenômenos naturais.
É importante ressaltar que o cidadão precisa comprovar que seu endereço residencial fica na região afetada. Isso ocorre no momento de enviar o comprovante de residência.
Como informamos no tópico anterior, o pedido pode ser feito diretamente pelo aplicativo do FGTS (Android | iOS), sem nenhuma cobrança de taxa.
Caso prefira, o cidadão pode solicitar o atendimento presencialmente em uma agência da Caixa.
Documentos necessários solicitados pela Caixa
Para pedir o saque do FGTS para alagamentos, é necessário que o trabalhador apresente alguns documentos importantes.
Por ser uma liberação baseada em áreas afetadas por calamidades, é essencial a apresentação de um comprovante de residência.
Além de estar atualizado, o comprovante deve estar em nome do solicitante. Caso esteja em nome do cônjuge, é preciso ter uma declaração que comprove o vínculo.
Além disso, é obrigatório o envio de um documento de identificação com foto (RG ou CNH) e o número do CPF.
Em alguns casos, o app pede o envio de uma selfie com o documento em mãos. Esse processo acontece por questões de segurança e comprovação de identidade.
Qual o prazo para o depósito do saque por calamidade pública?
Depois de pedir o saque do FGTS para alagamentos, o trabalhador precisa aguardar a análise feita pela Caixa, com o prazo de até 5 dias úteis.
A instituição deve avaliar a solicitação juntamente aos documentos enviados no processo.
Caso a liberação do dinheiro seja aprovada, o valor cai diretamente na conta cadastrada pelo trabalhador.
O ideal é usar o aplicativo do FGTS (Android | iOS) para acompanhar o pedido e conferir se há necessidade de envio de mais algum documento.
Como usar os valores liberados pelo saque por calamidade pública?
Caso você tenha conseguido a liberação do saque do FGTS para alagamentos, é importante usar os recursos de maneira adequada.
Como citamos anteriormente, o valor liberado pode chegar até R$ 6.200,00, dependendo do saldo disponível em conta.
O objetivo é que esse dinheiro seja utilizado para cobrir despesas causadas pelos desastres naturais.
Assim, o ideal é que o valor seja direcionado para reposição de itens danificados, como móveis, eletrodomésticos, entre outros.
Comprar alimentos, roupas e itens de higiene também é importante, além de pequenos reparos e reformas na residência.
De qualquer forma, o cidadão não precisa apresentar comprovantes que indiquem onde os valores foram gastos.
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