Adicional no PIS: consulte pelo celular grátis como receber

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Adicional no PIS
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Muita gente anda ouvindo falar em adicional no PIS, achando que é um valor extra caindo do nada junto com o abono normal, proporcional ao mês de nascimento. No dia a dia, o termo pegou mesmo, só que a história é um pouco diferente: esse “extra” tem tudo a ver com um dinheiro antigo, esquecido nas cotas do Fundo PIS/Pasep, que agora pode ser ressarcido para quem tem direito. 

Na prática, o adicional no PIS virou o apelido popular do ressarcimento feito pelo sistema REPIS Cidadão, criado pelo Ministério da Fazenda para organizar essa fila. O Manual da Web vai explicar direitinho como funciona esse adicional, quem tem direito, quais documentos usar e como descobrir o valor pelo próprio telefone. Vem com a gente!

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O que é e como funciona o adicional no PIS 

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A primeira coisa importante é separar o que o povo fala do que a lei realmente diz. O adicional no PIS, nesse contexto, não é um segundo abono, não é 14º salário, não é bônus de governo novo. 

O nome pegou porque muitas pessoas enxergam esse valor como um “algo a mais” além do PIS normal, que segue calendário por data de nascimento. 

Na verdade, esse dinheiro vem das cotas do antigo Fundo PIS/Pasep. Entre 1971 e 1988, uma parte das contribuições ia para contas individuais em nome do trabalhador, como se fosse uma poupança ligada ao PIS/Pasep. 

Anos depois, esse fundo foi extinto, os valores migraram para o FGTS e, por fim, parte do dinheiro não sacado foi parar no Tesouro Nacional. Agora, com o REPIS, existe um caminho oficial para pedir esse ressarcimento.

O adicional aparece para quem: 

  • Trabalhou com carteira assinada ou foi servidor entre 1971 e 1988, contribuindo para PIS ou Pasep;
  • Tinha cotas no fundo e não sacou tudo quando houve liberações anteriores;
  • Ainda aparece com saldo nesse novo sistema de consulta.

Ou seja: o adicional no PIS é, na verdade, o dinheiro das cotas antigas sendo devolvido. 

Nada impede que a pessoa receba o abono salarial normal numa época do ano e, em outro momento, descubra que também tem esse ressarcimento para sacar.

Sistema do Repis Cidadão 

Aqui entra o protagonista da história. O REPIS Cidadão é uma plataforma criada pelo Ministério da Fazenda para concentrar em um único lugar a consulta e o pedido de devolução dessas cotas. 

Antes, o cidadão precisava falar com Caixa, FGTS, Banco do Brasil, olhar edital, correr atrás de informação. Agora, tudo começa pelo mesmo endereço.

No REPIS Cidadão, a consulta mostra se existe: 

  • Alguma cota em nome do trabalhador ou ex-servidor;
  • Situação do pedido, ou seja, em análise, autorizado, pago, pendente de documento;
  • Orientações específicas para herdeiros, no caso dos falecidos com saldo. 

Outro ponto importante: o acesso é feito com conta Gov.br em nível prata ou ouro, justamente para garantir a segurança dos dados. 

Dessa forma, o adicional no PIS fica ligado a um ambiente oficial e protegido, sem intermediários e sem promessa milagrosa em rede social.

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Passo a passo de como consultar e resgatar o adicional do PIS 

Depois de entender de onde vem o dinheiro, chega a hora de colocar a mão na massa. A consulta do adicional no PIS pode ser feita pelo celular, usando o navegador e o site do REPIS Cidadão ou o aplicativo do FGTS.

Passo 1: acessar o site ou app oficial pelo celular 

Como disse, você pode acessar o REPIS Cidadão pelo navegador do celular ou baixar o aplicativo FGTS, disponível para Android e iOS

Passo 2: fazer login com a conta Gov.br ou cadastro no app 

Dentro do REPIS Cidadão, o sistema pede login com conta Gov.br em nível prata ou ouro. 

Quem ainda está em nível bronze pode fazer a elevação pelo próprio app Gov.br, usando validação facial, banco ou outro meio aceito. 

No app FGTS, o acesso é feito com CPF e senha cadastrada, e também passa por validações de segurança.

Passo 3: informar os dados do PIS/Pasep e conferir o resultado

Depois de entrar, o sistema pede dados como número de inscrição no PIS/Pasep ou informações pessoais para localizar as cotas. 

A partir daí, aparecem as mensagens dizendo se existe algum saldo de cotas, se há valor disponível para ressarcimento e, em alguns casos, qual o canal responsável pelo pagamento. 

Passo 4: acompanhar a análise e o calendário de pagamento 

Em muitos casos, o pedido passa por análise antes do pagamento. A plataforma informa o status do processo e a Caixa divulga as datas de liberação dos valores em lotes mensais. 

Novas consultas mostram mudanças de situação, assim dá para saber quando o adicional foi autorizado e quando já foi depositado.

Passo 5: receber o valor na conta indicada 

Quando o pagamento é liberado, o dinheiro do ressarcimento cai em conta da Caixa ou em poupança social digital, movimentada pelo Caixa Tem. 

Aí, o valor pode ser sacado, transferido ou usado normalmente. Importante guardar e-mails e telas de confirmação, caso surja alguma dúvida futura sobre o adicional no PIS recebido.

Documentos necessários para solicitar o valor do PIS 

Para facilitar a vida, é importante deixar os documentos organizados antes de qualquer pedido formal ou atendimento presencial. 

Embora a consulta inicial do adicional no PIS aconteça com dados eletrônicos, algumas situações exigem comprovação extra, principalmente no caso de herdeiros.

Em geral, o trabalhador precisa ter em mãos: 

  • CPF e documento de identidade com foto;
  • Número de inscrição PIS/Pasep (ou dados que permitam localizá-lo);
  • Dados bancários atualizados, quando o pagamento for em conta.

No caso de herdeiros, a lista aumenta um pouco. Normalmente entram: 

  • Documento de identidade e CPF de quem está pedindo;
  • CPF e dados do titular falecido;
  • Certidão de óbito;
  • Documentos que comprovem a condição de herdeiro, como inventário, formal de partilha, alvará judicial ou documento equivalente.

Cada situação pode ter um detalhe específico, então as orientações do próprio REPIS Cidadão e da Caixa costumam trazer a lista exata. 

É legal ficar de olho nessas informações oficiais para não cair em exigência indevida feita por terceiros.

Saiba qual o valor a ser recebido 

Essa é uma das curiosidades que mais movimentam grupos de família e zap do trabalho. O valor do adicional no PIS varia de pessoa para pessoa. 

Não existe uma quantia fixa igual para todo mundo, nem um “PIS dobrado” automático caindo na conta.

O cálculo considera: 

  • Tempo de contribuição ao PIS/Pasep entre 1971 e 1988;
  • Salários recebidos nesse período;
  • Atualizações monetárias e juros que foram sendo incorporados ao longo dos anos.

O Ministério da Fazenda divulgou uma estimativa de valor médio na casa dos poucos milhares de reais, mas isso é só uma referência. 

Alguns trabalhadores podem encontrar valores menores e, outros, saldos mais altos. O único jeito de saber mesmo é consultando pelo sistema.

Outra dúvida comum: quem já sacou as cotas lá atrás, em liberações anteriores, não terá adicional no PIS agora, porque não há mais saldo a ressarcir. 

Essa é uma devolução para quem ainda tinha dinheiro “esquecido”, não um benefício que se repete todo ano.

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Um dinheiro antigo que pode fazer diferença agora 

A real é que esse famoso adicional no PIS é quase um reencontro com uma parte da história profissional de quem trabalhou décadas atrás. 

O dinheiro veio de contribuições antigas, passou por fundo, migrou para o FGTS, entrou no Tesouro Nacional e agora volta pelo caminho oficial do REPIS Cidadão. 

A vantagem é que a tecnologia deixou tudo mais simples. Em vez de enfrentar fila só para descobrir se existe algo a receber, dá para puxar o celular, acessar o sistema, ver o saldo e acompanhar o pagamento. 

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